29 de dezembro de 2013

Finalmente a prenda

Depois da decepção que o meu marido teve com as prendas de Natal que lhe dei, chegou a hora das trocas. E, para que ele para o ano não me acuse de nada lhe ter dado, aqui fica o relógio que escolheu.
 
 
É giro, mas o outro também era bem giro, mas ele não gostou... Pronto, fica o registo para que eu não me esqueça do que lhe ofereci...
 
 

28 de dezembro de 2013

O que ele diz #20#

Os príncipes adoram jogar cá em casa às escondidas. O Afonso também participa, embora não conte muito bem até 20, lá tenta. Conta assim:
" - ... dezasseis, dezassete, dezazoito, dezanove, ..."


26 de dezembro de 2013

O que ele diz #19#

Ultimamente o Afonso fala muito em "taranhas". Até que lhe perguntámos o que é uma "taranha":
" - Uma taranha tem pernas enormes e vive numa parede."
Ele há cada aranha mais estranha...
 

Fugitivo @2

Continua a tentar fugir da cadeira. Hoje já o apanhei duas vezes do chão.

 
 

As minhas prendas

Um sabor agridoce teve o Natal no que toca a prendas. Eu recebi o que queria e fiquei tão, mas tão feliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiizzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz.
 
 
 
Já o meu marido não gostou de nada que lhe dei e não se fartou de o dizer. Vai ser tudo para trocar... O que eu detesto dar algo que não gostem....
 
Bem, Michael Bublé, aí vou eu... Falta pouco mais de um mês!
 
 
 


Já passou o Natal

As preparações da ceia de Natal:
 

 
A ceia:
 
 
 
No dia 25 - Dia de Natal, as prendas:
 










 
Os príncipes receberam o que queriam, mas o uso dos jogos teve que ser adiada porque durante toda a manhã de Natal, após uma tempestade e uma intensa trovoada, não houve luz. A luz só veio às 14h, mais ou menos. Depois cada um foi experimentar os seus jogos novos, excepto os príncipes mais novos que ficaram a brincar com os novos brinquedos.
 
 
 
 


24 de dezembro de 2013

Chegou o dia

Um temporal lá fora, as prendas embrulhadas e eu amarrada já ao fogão.

 
Bom Natal para todos
 
 
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23 de dezembro de 2013

Vai dar conversa

Isto de comprar as prendas (só algumas) com o Afonso vai dar confusão. Ai, vai, vai... Ele não se vai esquecer dos embrulhos e do conteúdo. Aguardemos...
 
 
 
 

Proteção acima de tudo

[Foto: Sara Girasol]
 
Quando perguntam ao Afonso se dá o irmão bebé responde logo que não e apresenta os motivos.
" - Não pode ser, senão ele morre. Ele precisa da mãe para comer. Só a mãe tem maminha."

21 de dezembro de 2013

Faltam 3 dias

 


 

A 3 dias do Natal  finalmente fomos, ou melhor, o meu marido foi comprar as prendas para os príncipes. Só tínhamos a prenda para o Mini. Mas, uma manhã dedicada à coisa, as prendas foram quase todas compradas. Vale a paciência do meu marido para as compras e os telemóveis para comunicarmos.
 
 

19 de dezembro de 2013

Conversas sobre o Pai Natal

Eu para o Afonso: " - Achas que o Pai Natal vem de trenó?"
O Afonso: " - Não, vem de carro."
Eu: " - Mas, o Pai Natal anda de trenó."
Afonso: " - Não tem neve, só tem pedras, por isso não pode vir de trenó..."

Contra factos...

18 de dezembro de 2013

Quando os ciúmes apertam...





... quer estar na cadeirinha como o irmão.

Prendinhas de Natal

 

 
O Afonso, louco por carros, autocarros, comboios, recebeu este autocarro de prenda da avó. Abre as portas, as bagageiras. É o seu favorito no momento, estando a adorar brincar com ele. Já o juntou aos outros autocarros que tem. A mesa da cozinha parece a central de autocarros...
 

Fugitivo


"Será que ninguém está a olhar? Acho que me vou pirar daqui..."

15 de dezembro de 2013

Noite de mãe e filho

Hoje fui, finalmente, com o Afonso ver o Frozen. Uma passagem rápida pela Fnac, claro, na secção de crianças. Depois filme. Já à muito não ia ao cinema, mas que bem soube. Por fim, uma passagem no MacDonalds e no parquinho do shopping.
Uma noite de filho e mãe, só os dois. É bom para ele, e por vezes também me sabe bem sair sem o bebé. Claro, que sair com o Afonso, para correr bem, é só fazer o que ele quer. Nada de passagens em lojas que a mãe gosta...
 
 

12 de dezembro de 2013

Será que não existe?






 
O velhinho, o Pai Natal, deve ser a pessoa que os meus filhos mais gostam sem conhecer. Esse ser simpático que uma vez por ano os enche de prendas, merece todo o seu carinho e compreensão.
O príncipe mais velho deixou de acreditar à pouco, mas os gémeos ainda acreditam. E, não é bonito acreditar? A magia que está por trás de toda a imaginação. No entanto, os amigos falam que quem dá as prendas são os pais e já não se acreditam no Pai Natal. Isto leva a inquéritos constantes, que nós (pais) não cedemos. Mas, eles têm uma teoria: como os colegas não se portaram muito bem ao longo do ano, e provavelmente não irão ter prendas, os pais dão-lhe presentes no Natal, para que não fiquem tristes. Teoria... Isto, claro, levanta outra questão: porque é que nós pais nunca lhes damos prendas no Natal? Sovinas, é o que somos...
Por quanto mais tempo se irá manter esta ilusão? Uma coisa é certa, enquanto houver pequenotes cá em casa as prendas só serão abertas na manhã do dia 25 de Dezembro. A imaginação, a magia farão o resto...
 
 
 
 
 
 
 

Até o gato ajuda...

Seja pela companhia ou pelo conforto, até o gato ajuda no momento de acalmar o Mini.
 
 

11 de dezembro de 2013

Prendas para a "JE"




Sugestões para prendas que me possam dar neste Natal:
 
 
Máquina de costura -By Lidl.

 

Michael Bublé - concerto
 
 

Boas notas

Os gémeos têm-nos surpreendido com as notas. Eles estudam e o seu esforço é recompensado com as notas. O que estuda mais é o João. O Tiago também estuda, mas por vezes amua, usando isso como desculpa para colocar os livros um pouco de parte.
A nota que têm mais fraca é a português, onde têm mais dificuldades. De resto têm tudo bons e muito bons.
Continuem com o bom trabalho.
 
 

8 de dezembro de 2013

Concerto de final de período


Ontem à noite, depois de um dia intenso para o meu príncipe mais velho, teve o concerto final de fim de período: coro e orquestra. Fui com ele. Uma quinta aqui perto, mas com acessos que só no Minho existem mesmo. O meu carrinho, nem subia a ladeira de acesso para lá. A pouca força do motor, o gelo, também não ajudaram, mas lá chegámos. Devido à estrada fantástica para lá, os acessos complicados ao parque de estacionamento, decidi mesmo ficar por lá, no quentinho, na conversa com outras mães.
O concerto correu muito bem. Adorei ouvir a orquestra sinfónica tocar a música do filme "A Máscara de Zorro". Estiveram muito bem. Mais uma vez de parabéns.
O que seria dispensável, uma vez mais, eram os discursos infindáveis de agradecimentos, sempre aos mesmos, das nossas autoridades locais. Uma festa de jovens deveriam ser mais sucintos nos seus discursos e claro nos intermináveis agradecimentos. Senhores: olhem para a plateia e vejam os seus olhares, talvez isso vos ajude...
No final,o meu príncipe satisfeito com a sua prestação e mais aliviado, depois de uma dia stressante de provas musicais, vinha radiante para casa.
Estava uma noite não fria, mas gelada. Os vidros do meu carro estavam cobertos de gelo, tivemos que limpar um pouco o gelo dos mesmos, senão não viamos nada até casa.
 

6 de dezembro de 2013

Remodelações, alterações

Remodelar está-nos no sangue.
A sala já à muito pedia alterações. A mobília que tínhamos era ainda do primeiro apartamento em que vivemos e não ficava muito bem aqui na sala. Uma sala maior, pedia outro tipo de mobília.
Desta vez, pusemos o papel de parede e um móvel novo, onde podemos colocar as nossas peças favoritas. As minha Momiji agora têm um lugar de destaque.
 

 
Ainda faltam algumas alterações, mas está a ficar composta e mais confortável a sala.
 
A casa-de-banho pequena também sofreu alterações. Tirámos o velhinho móvel branco e colocámos um com umas linhas mais modernas.
 
[o móvel antigo]
 
 
[o móvel novo]
 
 

Já é Natal

 

Cá em casa, um bocadinho por todo o lado, já cheira a Natal.
Tal como tem vindo a ser tradição, no dia 1 de Dezembro, o meu marido, meteu mãos à obra e fez a árvore de Natal.
 
 
 


À melhor vizinha

 
 
[Foto Sara Girassol]
 
Tive até agora a melhor, mas mesmo a melhor, vizinha do mundo. Mais que uma vizinha, uma amiga, uma pessoa sempre pronta para me ajudar. Ficou com os meus filhos quando necessário, foi buscá-los à escola quando eu não podia. Sempre esteve lá quando necessitei de ajuda. Nunca lhe poderei retribuir o que em 10 anos ela fez por mim.
No entanto, ontem recebi a notícia que se vai embora. Não vai para muito longe, mas vai deixar de ser a minha vizinha. Contingências da vida a isso obrigaram.
Ali ficámos as duas, quando me deu a triste notícia, abraçadas entre lágrimas, no meio da rua. Vou sentir muitas saudades dela, mas a amizade é para o resto da vida.
Perco uma vizinha, mas não perco uma amiga.
 
Eternamente grata por tudo o que fez pela minha família.
 
 

Na cadeirinha da papa


4 meses

 
4 mesinhos feitinhos ontem. Já se vira sozinho, põe as mãos na boca como ninguém, chupeta nem pensar, conhece bem os membros da família e parece-me que começa a estranhar todas as outras pessoas.

29 de novembro de 2013

Na companhia dos patos

No sábado passado levei o Afonso para ver os manos na aula de canoagem e me fazer companhia durante aquela hora que espero. Bem, o companheiro começou logo por amuar porque também queria fazer canoagem. Desgraça da minha vida, ainda faltava uma hora e já estava amuado!


 
Para o tentar animar, e fazer-lhe ver que não tem idade para a coisa, mandei-o perguntar ao instrutor se podia ter aula de canoagem. Nada como passar a bola aos outros... E ele, lá foi perguntar. Mais convencido mas não completamente, meio amuado ainda, começou a brincar com as folhas, como se fossem barcos. Deitava-as à água e seguia-as, todo animado.
 



No entanto, o instrutor, que lhe deve ter achado piada, trouxe o barco até ao passadiço e convidou-o a seguir os irmãos com ele. Colete de salva-vidas colocado e lá foi ele, rio abaixo.
Pronto, tornei a ficar com os patos como companhia.
 
 
 
No fim, passados 15 / 20 minutos, chegou feliz com sua aventura. Foi a primeira vez que ele andou de barco.

Ainda teve tempo para correr e apanhar bolotas, enquanto os irmãos se vestiam para regressarmos a casa.
 
 


Avariou o coche

Príncipes mais novos sentados e devidamente presos no carro, dar à chave e... nada. Dar de novo à chave, nada... De novo, pegou, mas mal tirei a mão da chave, pronto, tornou-se a desligar. Desespero total logo. Nesse momento passa o mecânico, digo-lhe o que se passa e com ele ocorre a mesma coisa. O problema foi na ignição, na fechadura. Teve que ir para a oficina para arranjar. Isto aconteceu na passada 3ª-feira, tinha logo que ser a uma 3ª-feira!
 

 
Resultado tive que ir buscar os miúdos a pé à escola, pois eles tinham ido cedo com o pai e não sabiam de nada, com o Mini e o Afonso, um ao colo, outro a rasto. 3 viagens até à escola. Tudo a pé nesse dia... O Afonso não foi à escola e o Diogo não foi à aula de trompete.
Ah, e o arranjo do carro também não foi nada simpático para o meu bolso...
 
 

Doentinho

O Afonso deitou-se a queixar-se da barriga e acordou a vomitar. Nunca o vi doente tão caido, tão quieto. Até me pediu para ir para a cama dormir. O pouco que comeu hoje saiu passado pouco tempo.
Logo hoje que tínhamos planeado, faz tempo, ir amanhã ao cinema, eu e ele, ver o Frozen.
 
 

27 de novembro de 2013

Dia de corta-mato

 
Só o João foi ao corta-mato. O Tiago decidimos que seria melhor não ir, porque tem tido dores de cabeça e ainda não percebemos o que as provoca.
O príncipe não ganhou, mas foi o melhor da sua turma. O seu objectivo foi atingido. Claro, para mim foi o campeão.
 
 

25 de novembro de 2013

Roupa confortável

Para um bebé pequeno, que está quase sempre em casa e com o frio que já se faz sentir, parece-me que o mais confortável serão babygrows. Como ele cresce e necessita de roupa, decidi comprar-lhe uns babygrows, mas qual não foi a minha admiração quando me disseram que é difícil encontrar babygrows para 6 meses (os 3 meses já passaram). Poucas são as marcas que os fazem para além dos 3 meses.
Bem, descobri entretanto este na Primark bem fofo e giro, e claro a um preço bem simpático. Vou ter que lá ir com mais tempo para ver melhor outros que possa ter.
 




Saudades da escola

 

 
Ver estes cadernos faz-me lembrar a escola primária. Que saudades! O meu marido descobriu-os na feira das velharias e não lhes resistiu.
Os cadernos antes eram bem mais engraçados. Estas coleções preenchiam o nosso imaginário.Quem não queria ter a coleção toda?