30 de novembro de 2012

Frio

Ideias para acabar com o frio:

http://estoriasdahorta.blogspot.pt/2012/11/tapar-o-frio.html


Passeio Diário do Spike #6#

 
 
Esteja sol ou a chover, seja Outono ou Primavera, o Spike dá sempre o seu passeio diário. Mas que sorte que tem, mesmo por trás de nossa casa, há um pinhal. Não é dos mais bonitos, mas com atenção descobrem-se sempre tesouros escondidos.
 


 
 
Nesta altura do ano, as cores castanhas e amarelas são as que predominam. Para cada canto que se olhe, vemos sempre cogumelos. O musgo também prolifera em quantia por lá (que jeito que vai dar para o presépio).
 
 

 
O Spike adora cheirar, passear e dar todos os dias a sua voltinha por lá.
 
 
Quase no fim não dispensa um bocado calminho na sua pedra favorita, mesmo no cimo do monte, onde pode receber as tão desejadas festinhas.
 

 
 
Os eucaliptos estão em flor, e pelo chão fora vêem-se as suas pequenas flores que vão caindo.

 


 
Um momento de descontração para o Spike e para os seus donos.


 
 

Orgulho de mãe

Época de testes. O stress anda de novo à volta dos príncipes mais velhos.
Ontem, o príncipe mais velho foi ensaiar, com a professora de piano, para a sua audição, que deverá ser na próxima semana. Estava super nervoso, porque tinha medo de não conseguir tocar acompanhado por piano.
Enquanto ele foi fiquei com o príncipe mais novo à espera dele, para depois vir para casa. Estávamos na recepção, mas ouvia-se bem. Ele estava a tocar muito bem. Tocou a sua peça super bem. A sua peça é uma música tocada com piano e trompete. Se lhe correr tão bem a audição como o ensaio, temos vencedor.
Vinha mesmo orgulhosa dele. Fez uma bela prestação. Espero que os nervos não estreguem tudo na audição...
 
 
 

29 de novembro de 2012

Ai! E, as meninas #3#


Na troca de opinião sobre o sexo oposto, o João diz:
" - Os cus das meninas são como gelatina. Uma vez bati no cu de uma amiga e ele mexeu-se todo."

Estou tramada, isto vai começar a intensificar-se...


28 de novembro de 2012

26 de novembro de 2012

NÃO!

Dizer NÃO por vezes não é fácil.
Ontem, tocaram à campainha. Era a vizinha do lado a pedir se poderíamos dar uma ajuda em história ao filho dela. Claro, que tendo em conta quem é, deveria ter dito NÃO, mas não fui capaz. Vi ali um desespero de uma mãe, na tentativa de ajudar a sua cria. E, pronto lá saiu o: "está bem, ele que venha!"
E, porque deveria ter dito que NÃO? À uns anos atrás, tinha o príncipe mais velho doente em casa, com 39º de febre e tinha que ir buscar os gémeos à creche. Como o miúdo estava tão doente, decidi pedir a algum vizinho se me poderia ficar 20 minutos no máximo com o menino. A única vizinha no momento em casa era a do lado, sendo que a resposta pronta dela é que NÃO! Não podia ficar com o meu filho... E, lá fui eu com o menino ao colo, rua abaixo, cheio de dores, buscar os irmãos...
Por vezes, não nos deveríamos esquecer destas coisas... Porque acabamos por dizer SIM?
 
 
 

25 de novembro de 2012

Coisas deles #10#


Ao iniciar o programa da Ellen diz o Tiago:

" - Este é aquele homem que se transforma em menina?"

No comments...






24 de novembro de 2012

Sempre simpático

 
O Tiago, é o mais simpático de todos os meus príncipes. Tenta sempre ser simpático e afável com os outros. Nunca quer que ninguém fique mal com ele. Mas, com o irmão gémeo, é que ele gosta de partilhar.
Hoje de manhã, ao comer umas bolachas que gosta, mas que só havia um último pacotinho, antes de se afifar as bolachas, com muita meiguice, perguntou ao João se não as queria. Embora o outro dissesse que não, ainda acabou por as partilhar: 2 para um, 2 para o outro.
É tão bonita a relação que há entre irmão gémeos. A relação de amizade, amor e partilha.

Parece que é o adeus

 
 
O arranjo do meu carrinho é muito caro. Como já não é novo e o arranjo é mais caro que o preço actual de mercado, a seguradora vai enviar uma proposta para ser transformado num cubinho.
Parece que é o adeus...
 

22 de novembro de 2012

Recobro @3

[à 4 dias]

[hoje]

Um mês passou. A fissura, corte, cicatriz (tanto faz)  na mão está quase tapada.
No interior da mão ainda sinto alguns puxões, deverão ser os tendões, músculos e afins, a ir ao lugar.
Ainda não esforço muito a mão direita.

Azar... ou mesmo muito azar...

 
A semana passada, bateram no meu carro. Como o meu carro gasta menos gasolina o meu marido tem andado com ele. Quando o meu marido ia para o trabalho, um carro, vindo do lado esquerdo, deu-lhe um encostão na traseira lateral do carro.
Ainda não tinha ido para arranjar, faltava só agendar a peritagem, e eis que o impossível (ou quase) aconteceu. Ontem, ao dirigir-se para o trabalho, uma carrinha a sair de uma entrada particular, decide avançar no preciso momento em que o meu carrinho vai a passar. Cabrum... A frente toda partida. Parece que o carro ficou descapotável do lado direito. O capô todo torto, sem luzes do lado direito, a porta da frente, do lado direito, não abre... Mas, o meu maravilhoso carro, já velhinho, ainda andou 40kms até casa... O meu marido diz que veio a largar pedaços pelo caminho. As luzes ainda acendiam, as lâmpadas salvaram-se...
Hoje, foi para a oficina, primeiro para arranjar os arranhões de trás, depois quando os seguros se entenderem, para arranjar a dianteira (essa é que necessita mesmo).
 
Aguardamos por ti, cá em casa, carrinho.
 
P.S: Acho que vou colar uma ferradura na traseira do carro...
 
 

19 de novembro de 2012

Invasões Francesas




 

Aqui estou eu à procura de imagens e informação sobre as Invasões Francesas em Portugal.
O visado (ou o mais interessado) anda por aí a saltar... Bem, na idade dele também não queria saber das Invasões Francesas. Aliás, foi um assunto da história que nunca gostei...
Vou continuar. Amanhã terá que fazer o trabalho... (a ver vamos!)

16 de novembro de 2012

Cabelo

Ontem foi o dia em que levei os gémeos a cortar o cabelo. O João já andava a pedir à muito, mas não tinha muito tempo após os ir buscar à escola. Como os vou buscar a pé, demoramos meia hora a chegar a casa, e pouco depois chega o pai com o príncipe mais novo. Mas ontem iriam chegar mais tarde, por isso dava.
O cabelo já estava muito comprido em ambos. Estavam mesmo a necessitar.
Enquanto um cortava, o outro andava a fazer mil disparates e a mexer em tudo (coisa que não gosto que façam). Mas o comportamento dos dois foi igual. Só ficaram quietos na cadeira: o João mais quieto que o Tiago. Não poderiam estar quietos? Pedi-lhes para aí 100 vezes... ansiava a hora de sair pela porta do cabeleireiro.
Foi um alivio, quando saímos... mas, chovia torrencialmente. Tivemos que vir debaixo da chuva para casa...
 
Cá está o antes e o depois:
 
[João]

 
[Tiago]

Quase um mês depois

A verdade é que não me apeteceu escrever antes, mas também não quero deixar passar em vão um dia (mais um) importante da minha vida. Assim, como assim, um dia em que somos operados é sempre diferente.
 
22 de Outubro: acordei e fui trabalhar, como num outro dia qualquer. Ficar em casa não iria adiantar nada (o ferro de passar tinha-se passado). Manhã normal.
À hora de almoço, buscar o príncipe mais velho à escola e almoçar. Pouco depois chegou o meu marido, que me iria levar ao hospital, com o príncipe mais novo e a minha sogra, que ficaria com os miúdos. Ainda dei banho ao príncipe mais novo, no meio de muito choro, porque não sabia quando lhe voltaria a dar banho (passou a ser uma tarefa do pai).
Pouco depois das 15.30h, partimos em direcção ao Hospital de Braga. Tinham-me pedido para estar lá às 16h. 16h estava eu a entregar os documentos. No meio de muita risota com o meu marido, já nem me lembro sobre o quê, mas risota à grande (sabe sempre estar nos momentos mais sérios!), sempre a incentivar-me a fugir, que se fosse a ele ninguém o apanhava ali, e por aí fora, um registo de incentivos à fuga...
16.15h estava a ser chamada. Uma senhora muito simpática (não sei se seria enfermeira) deu-me um saco para a mão com umas vestes estranhas, encaminhou-me para um vestiário, deu-me a chave de um cacifo para guardar as minhas coisas, e mandou-me despir e vestir aquela roupa. Mal abri o saco, a risota começou, mas desta vês em privado: um saco azul - calças e camisola, mais uns chinelos, outros sacos para colocar nos pés e um saco verde - touca, para a cabeça. Sentia-me um autêntico saco e fazia barulho de saco de plástico ao andar.
Fui à enfermeira (muito simpática) que me identificou a área que iria ser operada, com uma bela, grande e visível seta preta, colocou-me o soro, deu-me uma medicação qualquer com péssimo sabor (fui avisada antes do sabor) e fui levada para uma salinha onde aguardei. Ali estavam mais algumas pessoas, também vestidas com os seus sacos azuis e as suas belas toucas verdes na cabeça (todos lindos! Assim não se riem uns dos outros.), e cada um com a respectiva seta preta. Alguns a seta apontava para o olho esquerdo...

Passado algum tempo (que nem dei conta) passei a outra sala, dali sabia que iria para a sala de operações. Alguém perguntou as horas: 18h10. Como é possível?!!!? Nem dei conta do tempo passar...
Uma enfermeira (super simpática, também - podemos dizer que do pessoal que trabalha no Hospital de Braga, não tenho a mais pequena queixa. Fantásticos.) chamou por mim e levou-me para a sala de operações.
Durante a operação nada senti. A enfermeira sempre atenta aos meus sinais. E, música ambiente, para descontrair.
Ah, não sei porquê, mas existem umas máquinas, que quando ligadas a mim (tensão e coração) decidem sempre começar a apitar. Eu a pensar que o apito viria de outro lado, até que me disseram que não... a "minha máquina" a apitar. Acho que as máquinas das salas de operações têm algum problema comigo! É pessoal, sinto...
15/20 minutos depois estava no recobro. Braço ao peito, a comer qualquer coisa (já não comia desde as 12h).
Lá fora, o meu marido stressado, aguardava por mim, porque tinha um compromisso e estava atrasado.
Quando me fui vestir, após ser dada alta, no meio do stress do meu marido, não me conseguia vestir! Ele teve que me ajudar... e lá fomos.
Saí do hospital perto das 20h.
Quando cheguei a casa, verifiquei que no meio da confusão, do despe saco e veste roupa, junto com o stress do meu marido, a bela touca verde tinha ficado presa na camisola atrás. Se calhar saí do hospital com um rabinho verde! Eu a pensar que vinha tão bem...!!!
 
 

15 de novembro de 2012

O recobro @2

Fazer as coisas ainda não é fácil. Não sei até que ponto posso pedir um pouco mais da mão direita. Por isso, poupo-a ao máximo. A mão esquerda está a aprender a fazer as coisas. Já como muito bem com ela... Mas, continuo a fazer pouco em casa (o grande braço é o meu marido).
Mas, numa casa com 6 pessoas, o que tem sofrido mais é a roupa para passar. O ferro pifou e estávamos com um ferro emprestado que acho que não sabia bem para que servia! A minha sogra, deu-nos a prenda de Natal adiantada, e agora sim, temos um ferro que engoma. Um belo ferro, é que este passa mesmo.
Assim, vou tentando passar com a esquerda, o que não é fácil, demoro o triplo do tempo, mas sempre vou dando cabo (ou melhor, vou tentando!) daquelas roupas que o meu marido não gosta tanto de passar: camisola, toalhas, lençóis, ... As calças e as camisas ficam para as mãozinhas dele.
 
 

14 de novembro de 2012

Coisas deles #9#

O que se descobre nas gavetas: uns convites para uma festa na escola - Lenço dos Namorados. Tão engraçado:
 
 [Tiago]
 

[João]

A nova descoberta

Lembrei-me dos playmobil que estavam guardados à muito tempo, ao ver o príncipe mais novo a brincar com uma boneco e um dinossauro da playmobil. Descobri-os e mostrei-lhos. Adorou logo a diligência, os cavaleiros, os cavalos. Foi vê-lo divertir-se. Parece que valeu a pena guardar estes brinquedos para o momento mais oportuno.
 



 
Estes brinquedos eram do príncipe mais velho, mas pouco brincou com eles. Teve uma fase, depois ficaram ao abandono, até que decidi guardá-los. Os gémeos acho que nunca lhe ligaram.
Agora, cá estão de novo ao serviço da brincadeira.
 
 

12 de novembro de 2012

O que ele diz #8#

O príncipe mais novo é muito persuasivo. Gosta de impor a sua vontade. Agora quando se chateia diz:
" - Nem mais uma palavra!", isto com um ar de sério e geralmente um dedito levantado.

São Martinho

 
Foi assim o nosso dia de São Martinho: assei castanhas no forno (lá fora estava muita humidade), que ficaram entre o cozido e o assado... Enquanto o príncipe mais velho foi a uma festa de anos, que jurou não voltará no próximo ano, eu e o meu marido deliciámo-nos com as castanhas.

Os sacos e os gatos

O Joijoi adora uma bom saco para se deitar lá dentro. Adora em particular os grandes e de papel.

 
Mas, às vezes, fica de fora. E, não parece que fique muito satisfeito.

10 de novembro de 2012

Cogumelos

Os meus príncipes adoram ver cogumelos, talvez por morarem perto de um pinhal e passearem tanto por ele, alertados sempre para a flora e a fauna aí existente. Uma vantagem que têm no seu crescimento.
Bem, adoram cogumelos. Adoram vê-los e observá-los.
Num vaso que estava com pinhas no quintal e que, com a chuva, se encheu de água, descobriram uns pequenos cogumelos. Todos tivemos que ir ver.
 

 
No pinhal, descobriram também um cogumelo enorme, tinha para aí 20cms de altura ou mais.
Não há vez nenhuma que vão pelo pinhal sem procurar cogumelos. Até o príncipe mais novo o faz.
 

 

9 de novembro de 2012

Tão educadinho

 
O príncipe mais novo é um fofo, um educadinho. Quando quer alguma coisa, lá vem o seu "pu favor". No final o seu "obigada".
3 anos, mas já sabe bem como agir, como estar.
 

O recobro


Para além de pelo menos mais 3 semanas de repouso pela frente (sim, porque o problema do meu pulso não é exterior, mas sim por dentro), a minha cicatriz começou a querer abrir, ontem de manhã. Juro que fiquei assustada, queria tudo menos voltar a levar pontos de novo.
Lá fui à enfermeira para fazer uma análise. Creme, muito creme nas mãos. A pele hade recuperar!
A minha cicatriz é tudo menos bonita e agora com aspecto de rachada piorou. Os príncipes dizem que a minha cicatriz parece a cicatriz que o Frankenstein tem na cabeça. Comentários para quê!
Hoje coloquei novo penso, assim recordo que fazer o mínimo com a mão direita será o melhor.
Ah, e quanto ao creme:
1º: odeio creme nas mãos, situação que vou ter que ultrapassar para meu bem (estou a fazer os impossíveis);
2º: parece que a velhinha Nivea, é dos melhores cremes que andam por aí no mercado. Já tenho uma latinha azul cá em casa; e, uso-a.