28 de abril de 2012

Noitadas


Se há coisa que gosto de fazer é passar a ferro. E, ainda bem. Porque os seis corpinhos que habitam cá em casa sujam muita roupa. São montes e montes de roupa sempre para passar. Por isso, faço autênticas maratonas, especialmente à noite, a passar a ferro. Enquanto passo a ferro e vejo 3 a 4 CSI seguidos, a minha única companhia é o Dibo. Vai miando em forma de protesto, como quem: "então ainda vais demorar muito?"

Morangos



O príncipe mais novo é alérgico a morangos, por isso tento nunca lhe dar nem morangos, nem iogurtes de morango, nem nada com sabor a morango. No entanto, ele adora morangos. Tento sempre que os irmãos comam sem ele notar, mas nem sempre resulta. Ele é capaz de comer taças e taças seguidas de morangos.

Arte dos Príncipes #2#

Jogos inventados, baseados nas séries japonesas e nos jogos de consola, dão origem a páginas e páginas de belos desenhos. Assim passam algum do tempo os príncipes.
Aqui ficam alguns dos últimos.





Energia pura

O príncipe mais novo saltou todo o dia, correu de um lado para o outro. No carro nunca adormece, ao contrário dos irmãos. Depois de tanto saltaricando, lá aterrou na cama. 21h e já dorme.

19 de abril de 2012

Descrição da minha noite de "dor de dentes"

16h: nimed

19h30: não aguento mais, cá vai mais um ben-u-ron

21h: sopa. Raios isto de dor de dentes, faz com que me custe mexer o raio do maxilar…

22h30: nimed. Quase me esquecia, mas a moedeira, começava a apertar…

23h: rebola na cama para a direita, rebola para a esquerda… raios… não passa!

23h30: tudo a dormir. Tudo não, o raio do dente está aqui a manter-me acordada… Desligo a tv. Mas por que raio o marido põe um filme para ver (filme que vi na noite anterior) se adormece sempre na mesma cena… Vou ver o filme mais 10 vezes…

0h15: isto está a deixar-me louca. Vou dormitando… mas dormir mesmo, nada…

0h55: acabou. O raio do dente ganhou, vou-me levantar… ai, que frio….

1h00: outro ben-u-ron e claro… passar a ferro…

1h20: ainda a passar a ferro e a dor, mantem-se fiel…

3h00: sem dor, vou para a cama. 15 minutos para adormecer… Tudo, mas tudo a babar na cama…

6h20: de novo dor de dentes…

7h00: ben-u-ron

7h15: não aguento…

7h30: raios já não faz efeito nenhum o comprimido…

8h00: passo de uma cama para a outra…

8h10: vou trabalhar…

9h00: ainda com dor de dentes

9h30: mais calma, mas com dor de dentes

10h31: vou ali ao dentista já venho…

12h: fui ao dentista. Antibiótico mais uma série de comprimidos...
1h da manhã: Dor de dentes significa não dormir, logo passo a ferro. Enquanto o gato se diverte com uma tira da alça de uma mochila dos príncipes...

15 de abril de 2012

Nova aquisição




Há muito que pretendíamos comprar uma vitrina para colocar alguns dos carros da colecção Cars, do marido e dos miúdos, e algumas action figures do meu marido.

Ontem foi o dia.
Agora, é ver o príncipe mais novo a sonhar: "Quando lhes conseguirei tocar?!"



12 de abril de 2012

Sanjo


Quem não se lembra das Sanjo? Parece que voltaram. Estive a ver o site e adorei. Já estou a ver (isto de imaginação é coisa que não falta) as Sanjo nos pés dos meus príncipes. Adorei as cores. E, têm também sem atacadores o que é muito bom para os príncipes.

Só uma sugestão: criem também para bebés.

Se quiserem consultar o site é este: http://loja.sanjo.pt/

Será que vão?!

À tempos atrás, tinha ficado, mais ou menos,combinado, que quando mudasse a hora, a mãe de uma amiguinha dos gémeos, ao ir buscar a filha à escola às 17h30, levaria os gémeos para brincarem com as filhas lá em casa, e quando eu passasse do trabalho, os iria buscar. Mas isto foi à muito...
Como já mudamos para a hora de verão, eles não têm falado de outra coisa. Ontem, enquanto esperava por eles na piscina, a menina veio ter comigo, dizendo que a mãe queria falar comigo para combinarmos. Ok. Eis que a mãe me pergunta: "Eles são sossegados?"; "Eles não trepam pelas paredes?"; "Eles não sobem acima de muros?". Fiquei intrigada com as questões! Eles são crianças normais. Crianças normais. Costumam se portar bem... Mas, perante tal questionário, agora quem ficou com dúvidas (melhor, certezas) fui eu. Não vão para casa da amiguinha ao final do dia (nunca).
Bem, lá vou ter que os enganar a eles, e adiar a questão para nunca. Nunca os meus filhinhos, os meus príncipes irão para casa de gente desconfiada. NUNCA!

11 de abril de 2012

De volta aos TPC's

Começou ontem a escola, e a minha tortura com os TPC's também começou. De novo o João chegou a casa e fez a redação sobre as férias. A redação sobre as férias foi o que a professora mandou fazer em casa. Uma pequena redação com 20 linhas.
O Tiago que não tem futebol, já à muito estava em casa, mas nem para aí virado.
Começou a choraminguice: "- Não me lembro do que fiz nas férias", "- Tens que me ajudar...", "-Não sei que fiz".
Não tenho paciência para esta inércia e falta de vontade da parte dele. Disse-lhe então, que em 20 linhas, dissesse que não se lembrava, que não fez nada de importante, para escrever isso mesmo. Depois lá decidiu começar a pensar na coisa. Pronto, outra "pedra" no caminho. "- Não trouxe o caderno por isso não posso fazer...". Arranquei uma folha de um caderno novo, entreguei-lhe e virei-lhe as costas. Foi o pai que o acabou por ajudar...
O Tiago arranja 1000 motivos para não fazer os trabalhos de casa. Hoje vou ter que falar com a professora sobre isso.

9 de abril de 2012

Final Domingo Páscoa

Bem, diz o ditado "não há duas sem três". Cá em casa temos que o adaptar: "não há três sem quatro". Por isso, para acabar em beleza, o Tiago também se magoou. Não percebi bem como, só ouvi o estrondo no chão da sala, seguido do choro do Tiago. Um ombro todo vermelho e dorido foi o resultado.
Por isso, ontem, foi tudo para a cama com o seu hematoma.

(Já agora, hoje os foguetes começaram às 7h35. Haja paciência...)

8 de abril de 2012

Domingo Páscoa



E, lá fomos nós de novo rumo ao... Gerês. Voltinhas, curvas e mais curvas, descidas e subidas, mas vale sempre a pena.
Depois de passarmos a barragem da Caniçada, São Bento da Porta Aberta, chegámos ao Campo do Gerês.



Já necessitávamos de esticar as pernas e talvez comer alguma coisa, aproveitámos o belo espaço do Parque Nacional para parar.
Os miúdos tinham levado umas bolas e aproveitaram o momento para jogar à bola.


Tudo a correr bem. Enquanto uns jogavam à bola, outros aproveitavam o belo dia, o sol, a paisagem, a beleza e a calma circundante (foguetes só muito longe, quase nem se ouviam.)


Até que ouvimos um estalo, logo de seguida o som estridente do choro do príncipe mais novo. Ao correr atrás de uma bola, colocou um pé (melhor, a perna) num buraco quase dissimulado que existe num edifício do Parque Nacional. Mas que perigo está ali! O príncipe mais velho, quando corria para socorrer o irmão, caiu na mesma ratoeira, torceu o pé, ficou descalço e com a perna negra e magoada. O João, foi buscar mais abaixo a bola que o Afonso ia atrás, eis que, havia outro buraco, também este dissimulado, outro a magoar-se. Caiu, esfarrapou um joelho. 3 magoados, mas o pior o Afonso. Um hematoma na cabeça, uma perna negra, nariz arranhado. Chorou imenso, tadinho.


Após o acalmarmos, e o João também deixar de se queixar, seguimos viagem.


Tornámos a parar na barragem de Vilarinho das Furnas. Houve a tentativa dos pai e dos príncipes mais velhos descerem o escadório da barragem até ao fundo, onde saia a água em jacto com grande pressão. Desistiram no primeiro patamar.



Próxima paragem Brufe.
A água corria de forma límpida e bela, numa rigueira. Os príncipes ao verem aquela água, pediram logo para colocar os pés. "- Mãe, só os pés?" Mas, límpida, não representa quente. Por isso, pouco tempo aguentavam lá os pés. Logo desistiram, optando por brincar com barquinhos feitos de folhas.


Antes, de vir para casa, para terminar uma visita à farmácia, para curar esta cabeça. Descobrimos, já em casa, que a perna está quase igual.

 

(São 23h e ainda se ouvem foguetes...)

Páscoa #3#

É hoje o dia de Páscoa.
Foguetes desde as 7h45 da manhã. Não há cinco minutos sem ouvir foguetes. Podem pensar que não, mas é verdade, não passam cinco minutos sem que oiçamos foguetes. Terminam perto da meia-noite. Amanhã o mesmo... Não suporto mais foguetes, mas é sempre assim!
O príncipe mais novo tem imenso medo. O Spike tem medo.
Mas, não estamos em crise, ou será que pára por um dia? Ou dois?
Bem, não gosto da Páscoa. Não partilho destas tradições de Páscoa.

6 de abril de 2012

Páscoa #2#



Ideias originais.
Há quem dê ovos de chocolate, amendoas, mas uma amiga minha deu-me estes belos biscoitos.
Obrigada

Páscoa #1#

Amendoas, amendoas e mais amendoas. Com uma criança pequena as amendoas podem ser um grande pesadelo, devido ao perigo que as mesmas são para crianças pequenas. Por isso, devido ao príncipe mais novo, cá em casa, as amendoas estão escondidas, fechadas num armário e altas. Não quero ter surpresas desagradáveis. Os manos mais velhos estão alertados também para a situação. Nada de deixar uma amendoa por aí perdida.

Feriado à tarde

Enquanto eu estou a pensar como ocupar o tempo em que não me apetece fazer nada, o príncipe mais novo, cheio de sono, anda a brincar com os seus carros à volta da mesa da cozinha, os príncipes mais velhos estão todos juntos lá em cima, e de vez em quando ouço-os berrar. O gato aqui ao pé do computador, o marido a ver um filme ou talvez a dormir no sofá.
Há dias assim... mas sabem bem estes momentos.

1 de abril de 2012

Começou a época de: "pananiques"













Ontem fomos fazer o primeiro piquenique do ano. E, claro escolhemos o sítio que mais gostamos para o fazer, no Gerês, Mixões da Serra. Adoro, adoramos, aquela pequena aldeia no cimo da serra. Tão bonita, tão calma. Aproveitámos o sábado, porque geralmente neste dia há pouca gente na serra, ao contrário do domingo.
Lá estava Mixões da Serra, num belo dia de sol, bonita como sempre, calma como sempre. Adorava ter lá uma casa. Talvez um dia!
Mal chegámos, mesmo em frente à igreja de Santo António, passava calmamente uma égua, um garrano.
Depois de escolhida a mesa, para alimentar a fomeca, vimos um lagarto, que também aproveitada o dia soalheiro.
Descemos e subimos o escadório. Os miúdos jogaram no adro da igreja à bola, enquanto eu, o príncipe mais novo e o pai, dávamos uma volta para ver as últimas alterações.
Adoro estes "pananiques" (como antes os miúdos diziam). Paisagens tão calmas.