26 de julho de 2011

Sopa torturada


Ontem, à hora de jantar. Tiago chega à mesa e diz:
"- Já sabes que não gosto de sopa torturada. Tens a mania de torturar sempre a sopa..."
Em tempos de crise, até a sopa é torturada...
O que faz a troca de umas letrinhas: triturada para torturada.

21 de julho de 2011

A loucura das salsichas


Hoje a meio da minha caminhada matinal [ando-me a portar bem], dei com uma fila enorme à porta do Lidl... ainda não eram 9 horas da manhã e já tanta gente à porta de um supermercado!!! Eu sei que o desemprego tem aumentado, mas não tem nada mais que fazer?!? Por umas latas de salsichas, por umas garrafas de água.
Pelos vistos a loucura é nacional. Será que a comida está a acabar, e eu não sei nada?!? Também sei que o tempo de verão (agora vai se escrever com minúscula) não tem estado grande coisa, mas o tempo quente já aí vem, aposto que nos próximos dias as pessoas vão trocar as filas pelas praias.
Portugueses: a água não vai acabar já, nem a comida. Lembrem-se do açúcar pela altura do Natal...

18 de julho de 2011

Um pouco de Sol no fim-de-semana




O fim-de-semana não esteve amigável. Mas que se passa este ano? Estamos mesmo em que mês?!

 
Lá fomos de novo directos ao Gerês. Adoro o Gerês e aqui tão perto, não há como aproveitar. Após um pequeno piquenique, sem destino bem definido, com o céu a dizer-nos vem aí chuva, fomos até à vila do Gerês. Bem, os miúdos não resistiram à água bem azul da barragem e não descansaram enquanto não foram lá molhar o pezinho...

Simpático, muito simpático o sítio. A barragem da Caniçada tem bons sítios para passar uma tarde, mas um pouco mais de calor não seria mau...

Ò São Pedro, também estás em recessão?

Redução de peso



É oficial estou em redução de peso. Caminhadas diárias e cuidado com a boquinha... Vamos ver até onde vou!

13 de julho de 2011

Lá caí... de novo

Juro que não sei o que se passa, mas acho que a gravidade da Terra se alterou. Ultimamente, ando sempre no chão.

Ontem caí de novo. Como tinha ido passear o Spike, e cai no pinhal, só fiquei com um pulso torcido.

Vou começar a usar os protectores de joelhos, pulsos, cotovelos e capacete dos meus filhos.

A caminho da velhice

Eu:
"- Os meus pés estão a ficar pés de velha"
João:
" -Ainda são só os pés. Quando subir e chegar à cabeça, ficas velha..."

Por favor perninhas, vejam se se aguentam!!!

Óculos de Sol



À dias que ando sem óculos de sol. Não me tem feito muita diferença porque tem estado pouco sol, mas andava à sua procura. Todos os sítios possíveis (onde geralmente os abandono) fui ver. Nada... Até ao meu marido perguntei. Hoje de manhã que falta me fizeram.



Imaginem onde estavam: ao chegar ao trabalho, tirando umas coisas da mala, para ser mais fácil procurar (malas de senhoras todos sabem como é!!!) tiro a carteira dos óculos. Que pesada estava! Pois... lá dentro estavam os desaparecidos.



Porque não fui procurar no sítio mais provável??!!!

5 de julho de 2011

Um dia na Bracalândia #2









O dia que fomos à Bracalândia foi muito divertido. Mas apanhei um escaldão nas costas, sem dar conta...
 

Um dia na Bracalândia



A Bracalândia já não está em Braga, está em Penafiel, mas manteve o mesmo nome. Na minha opinião o espaço melhorou e tem agora muito por onde crescer. Tem muitas zonas verdes, o que nos dias quentes nos permite refrescar. Fica aqui um link para o site da Bracalândia.

Fomos lá no dia 1 de Julho, um dia quente, mas foi um dia em grande, mesmo em grande, especialmente para os meus príncipes. Acho que nunca os vi divertirem-se tanto. Chegámos perto das 12h. O bilhete, com desconto de família, até foi acessível. Logo à entrada um carrocel com aviões. Os príncipes começaram por aí.




Depois, uma voltinha de camião, a uma velocidade nada estonteante, veio mesmo a calhar. Como pensava que os camiões iam com mais velocidade, não deixem que levassem o príncipe mais novo, mas logo me arrependi. Aquilo é mesmo para crianças pequenas. O meu príncipe mais velho com dificuldade lá foi. Já está grande para aquilo.





Logo de seguida fomos para um divertimento que troncos de árvore descem descidas acentuadas e nos mergulham na água. Apanhámos cá um banho. O príncipe mais velho no final confessou que teve algum medo. Não era para menos.







Dali foram para os carrinhos de choque. Como não havia muitas crianças deram voltas e mais voltas, até eu, o pai e o príncipe mais novo nos cansarmos. Já não podia com os carrinhos de choque.
O próximo divertimento foi para o príncipe mais novo, que adorou, adorou, adorou. Ficou viciado naquilo. Em todos em que podia andar andou, e nem um pouquinho de medo teve, quer tenha andado com os manos ou sozinho.



A caminhada de divertimento em divertimento continuou. O que menos gostaram foi da roda gigante. O Tiago teve algum medo. Mas, medo, medo tiveram depois de uma pequena pausa para comer no Castelo Assombrado. Os gémeos quiseram ir num vagão cada um. Eu fui com o príncipe mais velho. O João foi o primeiro a partir. O Tiago foi no fim. Aquilo é muito escuro,mas até estava a correr bem. Numa curva estava um homem mascarado a lançar borrifadelas de água sobre as pessoas. Quando lançou água sobre mim e o Diogo, ele simplesmente se enfiou com a cabeça pelo carro adentro e aí ficou com a cabeça, a meus pés, até tornar a ver a luz do dia. Nunca mais saiu daquela posição. O Tiago ainda foi pior, como vinha atrás e só, ouvi-o a chorar, berrar pelo pai e pela mamã. Coitado! Foi cá um susto, o maior susto da vida dele de certo. Quando as portas abriram para o exterior, ainda o vimos a dar um salto de pânico: que mais lhe iria acontecer!!!? Foi o único divertimento que não quiseram voltar, e penso que tão cedo não vão querer experimentar.



Os divertimentos prosseguiram, mas o que se salientou, foi a montanha russa. Não sei quantas voltas dei, mas dei muitas, no entanto, o João deu 35 e os outros príncipes 34. Foi um record. Um record que lhes fez doer as pernas nos 2 dias seguintes.



Foi um dia em grande. Fomos os últimos a sair da Bracalândia, quase às 21h. Mas não saímos antes de dar mais 3 voltas, nos troncos. Saímos todos molhados.





Eles querem lá voltar. Talvez nas próximas férias.
 

Final de um ciclo

Ontem foi a despedida do meu príncipe mais velho da escola primária, dos seus amigos e claro da professora. Acho que se alguém chorasse eu também o faria. Não por ele terminar o 1º ciclo, mas por tudo o que está associado ao final deste ciclo. A partir daqui será um futuro adolescente, cada vez mais individual e separado dos pais. Cada vez mais independente. Teve uma boa escola primária, uma boa professora...


Agora tem um caminho novo pela frente. Força Príncipe.

4 de julho de 2011

Aldeias de Xisto

Ontem fui visitar um local que não ia à 20 anos (estou a ficar velha). Fomos à Serra da Lousã visitar as aldeias de xisto. Depois de algumas horas de caminho, lá chegámos à Lousã. O que se passa na Lousã, não vimos quase ninguém na rua? Não é normal ao domingo, acho eu!!! Como a vila pouco tem para visitar partimos rumo à serra, para uma visita às famosas aldeias e ao castelo. Iríamos começar pelo castelo, mas vi-mo-lo em baixo, bem em baixo, sem estrada de acesso. Continuámos rumo a Candal.





Candal fica mesmo à beira da estrada nacional e está bem preservada, melhor que à 20 anos. Um grupo de habitantes tem feito melhoramentos notáveis. Tem piscina natural, tem um espaço para churrasco. Muito agradável esta aldeia, e calma.



O bebé agora não pode ver água e já estava disposto a atirar-se à água. Está difícil controlá-lo quando há água.




Rumo às outras aldeias, lá seguimos. À 20 anos foi mais difícil dar com a estrada de acesso, agora estão assinalados os acessos. Mas nem sempre as coisas melhoram e a estrada de montanha que à 20 anos era de terra batida mas transitável, quase se tornou num pesadelo para nós. A estrada está pior. Há sítios difíceis de passar. Falámos com alguns visitantes das aldeias e todos se queixavam do mesmo, do péssimo estado da estrada. Nem quero imaginar aquilo no Inverno. É óbvio que com estas condições (péssimos acessos) ninguém quer morar numa aldeia de montanha.






Parámos numa aldeia habitada por imigrantes, mas já não me recordo do nome. Das poucas que tem capela. Um anjinho tinha deixado algo lá para nós: 10 euros num cantinho na beira da estrada.


Desta aldeia até Talasnal a estrada piorou (o pior percurso).


Talasnal, a aldeia que tinha visto com mais cuidado à 20 anos. Na altura a precisar de grandes reformas. Não pude descer à aldeia, visto que o príncipe bebé adormeceu no meio de tantos balanços.


Ficam algumas imagens:










Dali fomos a Casal Novo, muito próximo. Também agradável. Daqui já se consegue ver bem a Lousã.



Lá chegámos ao fim da estrada de montanha, sem saudades da mesma, bem e com o carro sem cor. A terra era mais que muita. De novo à Lousã para descobrir a estrada para o Castelo.




Já no castelo, demos uma volta a pé no espaço envolvente. De novo o príncipe mais novo numa terrível birra, pronto a atirar-se de cabeça para a piscina natural. Estava um dia frio, mas lá lhe deixámos molhar os pés.


A Serra da Lousã é um espaço muito agradável, mas por favor alguém que faça alguma coisa para melhorar os acessos.

A verdinha


Bem, a verdinha cá chegou a casa depois da minha cara metade tanto a ter namorado na net. Agora, reside à 2 ou 3 dias debaixo do mesmo tecto que nós, mas acho que está a necessitar de apanhar ar... Para quando a grande volta, estonteante a 10kms hora?!